terça-feira, 6 de outubro de 2009
Tudo novinho em folha
domingo, 4 de outubro de 2009
Gracias a la vida
Violeta Parra
Me dió dos luceros que cuando los abro
Perfecto distingo lo negro del blanco
Y en alto cielo su fondo estrellado
Y en las multitudes el hombre que yo amo
Gracias a la vida, que me ha dado tanto
Me ha dado el oí do que en todo su ancho
Graba noche y dia grillos y canarios
Martillos, turbinas, ladridos, chubazcos,
Y la voz tan tierna de mi bien amado
Gracias a la vida, que me ha dado tanto
Me ha dado el sonido y el abecedario
Con él las palabras que pienso y declaro
Madre, amigo,hermano y luz alumbrando
La ruta del alma del que estoy amando
Gracias a la vida, que me ha dado tanto
Me dió el corazón que agita su marco
Cuando miro el fruto del cerebro humano
Cuando miro el bueno tan lejos del malo
Cuando miro el fondo de tus ojos claros
Gracias a la vida, que me ha dado tanto
Me ha dado la marcha de mis pies cansados
Con elos anduve ciudades y charcos
Playas y desiertos, montanias y llanos
Y la casa tuya, tu calle y tu patio
Gracias a la vida, que me ha dado tanto
Me ha dado la risa y me ha dado el llanto
Así yo distingo dicha de quebranto
Los dos materiales que forman mi canto
Y el canto de ustedes que es el mismo canto
Y el canto de todos que es mi propio canto
Gracias la vida... gracias a la vida
sábado, 3 de outubro de 2009
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Fora do ar *

* Perdao pela falta de acentos, nao os encontrei no teclado da Karen.
domingo, 27 de setembro de 2009
Pequeno milagre da Virgen de la Mercè

sábado, 26 de setembro de 2009
¡Madriz me mata!

Por Graça Freire *
Dessa maneira se pronunciava e se escrevia a expressão em camisetas, postais e cartazes vendidos nos museus e bancas de jornal de Madri lá pelos anos

Por si, o madrilenho tem fama de festeiro, e salir de copas é correr os bares, de balcão em balcão, ou de barra en barra, bebendo cañas e picando tapas, dispostas aos olhos do freguês atrativamente decoradas, cobradas pelo número de palitos usados, deixados sobre o prato.Em bom português, beber um chope no cristal, beliscando tira-gostos, em pé, no balcão.
Grupos de amigos, sempre com alvoroço, entram e saem dos botecos das ruas que cortam o Centro de Madri.
Ah, Madri, Madrid, Madriz...

Mas nem só de cañas, de barra en barra, de tapas y bocadillos, se podia curtir a movida madrileña.
Lembro-me que bom mesmo era beber um vermouth, (também com th dito entre dentes), jorrando de um tonel de carvalho, por uma torneira de prata, caindo em um copinho daqueles de beber pinga aqui no Brasil. Não em pé, mas sentados, a uma mesinha escura, toalha xadrez, o olhar dividido entre o mural azulejado e aquela sua inesquecível mirada, por trás das lentes que o deixavam ainda mais misterioso.
Era em Chueca, o bairro das letras, dos boêmios, dos poetas, mas também dos drogadictos largados por suas vielas. Eram as meias-manhãs de sábado, fossem frias ou quase ensolaradas.
Era a Madriz que parece, ainda, querer me matar de saudades.
* Graça Freire, 56 anos. Por profissão, bióloga e professora universitária. Por prazer e paixão, as artes-plásticas, o artesanato e a poesia. Morou e estudou em Madri de
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Y tú que sabes?
Por favor, não se acanhem. Afinal, estamos na vida é para isso mesmo: compartilhar!
Idéias para anamariarossi@uol.com.br.
